Hoje tem Music In
No palco o rock de Pitty, o samba-rock do Marcelo D2 e as batidas envolventes com os DJs Milk & Leila Moreno, Shark e Mc Liça & Lenzo & Lenzo.
Claudio de Oliveira
Da Redação
A noite de hoje promete ser eletrizante. Reunir na Estância 21 o rock and roll, o hip-hop e a música eletrônica é a proposta da festa "Music IN", um festival que vem com o intuito de unir os jovens da nossa capital em um evento único e diferenciado.
No palco principal teremos o marcante rock n' roll da Pitty, a mistura do samba-rock do Marcelo D2 e as batidas envolventes do Hip-Hop, comandadas por Dj Milk & Leila Moreno, Dj Shark e Mc Lica & Lenzo.
Para os amantes da música eletrônica, há um palco com atrações locais e nacionais. A paulista Ingrid e o também paulista Tuc.o, residente da Zenith e do badalado club D-Edge, serão as grandes atrações.
O festival conta ainda com uma área vip, que será composta pela frente de ambos os palcos e pelo salão climatizado do buffet, onde existirá um lounge com restaurante japonês e som ambiente.
Pitty
“Chiaroscuro” é um dos lançamentos mais aguardados de 2009. Não só pelos quatro anos de intervalo entre seu antecessor “Anacrônico”, mas também pela expectativa gerada através do blog oficial da Pitty, junto a ações virais inéditas em terras brasilis aplicadas pela gravadora Deckdisc.
O novo disco da Pitty nasceu da necessidade de expressão e foi, de fato, gerado durante vários meses nos quais muitos detalhes foram pensados e outros tantos foram fluindo naturalmente. A primeira decisão fundamental, que influenciou não só todo o processo como o resultado do disco, foi gravar em casa.
Pitty, Duda, Joe e Martin costumavam ensaiar num estúdio na casa de Duda. Resolveram equipá-lo para poder gravar lá mesmo, com qualidade. “A princípio foi uma loucura. Com o tempo, a melhor ideia que podíamos ter tido. O processo foi longo: Compramos equipamentos, reformulamos o espaço físico da sala, Rafael e André T. trouxeram microfones, compressores, pré-amps e tudo mais que a gente fosse precisar” contou Pitty.
O estúdio, agora já batizado de Madeira, virou um QG do grupo e foi naturalmente transformado numa espécie de “fábrica artística”, abrigando não só os envolvidos na gravação do disco, mas também outras mentes criativas, abrindo novas frentes para o desenvolvimento de conteúdos diversos. Enquanto os músicos gravavam, o diretor Ricardo Spencer filmava e editava os vídeos, os fotógrafos Otavio Souza e Caroline Bitencourt registravam o making of e a artista plástica Catarina Gushiken pintava telas que deram origem a capa do álbum. Também era de lá que Pitty alimentava seus canais virtuais, mantendo a relação direta que sempre teve com seu público, levando até todo e qualquer fã interessado um pouco da mágica que foi gravar seu terceiro disco de inéditas.
Por isso tudo a expectativa pelo seu show logo mais à noite, marcado para às 23h é grande.
Marcelo D2
Conforme uma resenha inspirada, escrita por Hélio de La Penha o novo trabalho do D2 vai além. Para quem poderia sentar sob a sombra confortável da sua fama ele, D2, manda um recado simples segundo de La Penha: “Você que tá aí de bobeira, olhando pra ontem, gemendo que ninguém te ama, ninguém te quer, esperando que um grande lance caia no teu colo... É hora de se levantar, se mexer, se coçar, parceiro! Esse é o papo reto que corre nas faixas deste novo trabalho. A Arte do Barulho. Marcelo D2 não tá no mundo a passeio, quer deixar a marca do seu grafite lá no alto daquele prédio. É pra isso que ele rala. E sempre ralou. Ex-porteiro, ex-faxineiro, ex-camelô, nunca foi escroque ou escroto. Conheceu Skunk (o músico, não a erva), resolveu ser músico e criou o Planet Hemp (a banda, não a erva). Tumultuou a cena musical no palco, na imprensa, na cadeia. Desberlotou o rock, o rap, o punk e acendeu a chama da novidade até a última ponta.”
Depois de “À Procura da Batida Perfeita”, onde o rap se casou com o samba e foram felizes para sempre. E depois de “Meu Samba é Assim”, ele chega estourando as caixas com “A Arte do Barulho”. Marcelo não está só nessa caminhada. Ele conta com Seu Jorge, Aori, Roberta Sá, Thalma de Freitas, Zuzuca Poderosa, Mariana Aydar, Medaphor, Marcos Valle e a banda Cabeza de Panda, além da parceria de pai pra filho com seu moleque Stephan.
É este músico inconformado e provocador que está em Cuiabá hoje à noite.
Leilah Moreno
Com uma pegada mais pop a atriz, cantora, bailarina, esportista e compositora, a versátil Leilah Moreno é um dos nomes mais conhecidos da cena da black music e pop do Brasil.
Abriu shows e eventos para artistas renomados como: Chitãozinho & Xororó, Milton Nascimento, Daniela Mercury, Daniel, entre outros.
Fez temporada no musical “Missiones” na Argentina e foi reconhecida pela crítica como uma voz única.
Em 2002 gravou o CD “Meus Segredos” pela Warner Music (50 mil cópias vendidas) e também abriu o show da cantora internacional “GLORIA GAYNOR” no palco do OLYMPIA em São Paulo.
Participou da coletânea “Divas do Brasil” pela EMI de PORTUGAL em 2003 e no mesmo ano foi reconhecida na Europa como uma das 30 melhores vozes do século. Lançou o CD CENSURADO, o clipe “Vem dançar” que transformou em hit nas pistas de dança de todo o país.
Como já foi falado, além destes nomes, compõem o set de apresentações da área eletrônica: DJs Tito, Vitor Goes, T.Uco (SP), Ingrid (SP), Gustavo Bongiollo, André Maggi, Junão e Leo Bouret. (Com Assessoria)




