À margem do clássico sistema de concepção artística, no qual “cubos brancos” legitimam o estatuto de uma obra, um movimento cresce e nunca esteve tão em voga: a arte de rua – também chamada de arte urbana. Ela não é de hoje, mas demorou a sair da zona conceitual do “vandalismo” até ganhar novas acepções. Até mesmo a legitimação dada pelos “cubos brancos” foi caindo por terra nesses últimos anos. Nos anos de 2000, importantes museus e galerias deixaram de torcer o nariz para os famosos grafites (muitas vezes confundidos com pichação), que só eram vistos em muros pela cidade, e o espaço concedido para esta e outras formas de arte urbana foi sendo assimilado. No mês passado, o Museu de Arte de São Paulo (Masp) abriu uma exposição dedicada somente para a arte de rua e o museu britânico Tate Modern teve a fachada pintada pelos gêmeos de São Paulo, Otávio e Gustavo Pandolfo, para a exposição “Street Art”.
A ideia do encontro é promover a união dos grupos e mostrar diferentes formas de arte à sociedade.
Assim como nas artes visuais, outras linguagens artísticas originadas na rua, como o movimento Hip Hop, o Street Dance, o Rap, e outras que tomaram espaços públicos mais recentemente, como a arte circense, foram sendo reconhecidas. O Hip Hop, por exemplo – que passou muitos anos escondido em guetos e favelas, sendo considerado um movimento exclusivamente de negros –, saiu do subúrbio, conquistou brancos e se estruturou como um movimento social organizado. O Rap também agrega boa parte das reivindicações contra o preconceito racial. Com letras de denúncia social, MV Bill é hoje um dos principais nomes do Rap no Brasil.
Até mesmo esportes antes incomuns, como o skate e a patinação, ganharam seus espaços. Mas o que todos esses movimentos e linguagens têm em comum, além de terem sido originados nas ruas? A luta pelas causas sociais e políticas, que com muita criatividade, são temas de boa parte da produção contemporânea das letras rimadas, das intervenções urbanas, das performances em espaços públicos. E é com essa temática que acontece em Belém o IV Encontro de Cultura de Rua, realizado por entidades de cultura de rua, como o Estação Belém Hip Hop, que encerra hoje na Praça Dom Vilas Boas (Praça do Marex). A programação conta com Jam session de skate, In-line, BMX, batalha de MC’s e B.boys, além de apresentação cultural dos grupos Revolução Norte, Experimento Norte, Opção Verídica, Day fop, de Marituba.
A ideia de reunir os grafiteiros, os skatistas, os malabaristas, os rappers, etc, foi concebida com a proposta de apresentar à sociedade uma nova cara para essas entidades, com mostra da produção cultural de cada uma. “Queríamos reunir as entidades que não são muito próximas, que ainda estão afastadas em seus guetos, e para unir a juventude. Foi a forma que a gente encontrou para se manifestar. Quando o encontro surgiu, em 1998, reunia só os grafiteiros, mas com o tempo foi juntando com o Hip Hop, com o skate, e ficou essa miscelânea. Esse encontro serve também para a gente se unir, se conhecer”, diz Alexandre Blanco, organizador do encontro.
Diferente do que acontece em São Paulo, em Belém ainda não existe uma organização sólida desses movimentos nem uma cultura que compreenda os participantes como profissionais. Segundo Alexandre, ainda falta também a compreensão do poder público sobre as manifestações culturais que vêm das ruas. “A gente quer mostrar o trabalho de rua como um trabalho profissional. Os malabaristas, por exemplo, que estão nas ruas e são cheira colas já é outra situação, é um problema social”, diz. “A gente quer mais espaço, profissionalizar nossas ações, tirar essa ideia de que quem trabalha na rua é pedinte”, completa.
SERVIÇO
Encerramento do IV Encontro de Cultura de Rua, hoje, a partir das 16h, na Praça Dom Vilas Boas (Praça do Marex). Informações: 8858 1781 e 8104 8793.
PROGRAMAÇÃO
16h - Jam session de skate, In-line, BMX (inscrição R$ 5);
19h - Batalha de MC e B.boys;
20h - Apresentação dos grupos Revolução Norte, Experimento Norte, Opção Verídica, Day fop – Marituba. (Diário do Pará)
O terceiro encontro paulista de hip hop movimentou o Memorial da América Latina, na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo, neste sábado (28).
Veja o site do SPTV
O ritmo faz mesmo a cabeça deles. Os mais crescidinhos já se arriscam. Kelvin de Jesus Oliveira, 13, aproveitou a oficina com o DJ Pogo, que veio da Inglaterra, ensinar os jovens. Tentou, mas só conseguiu fazer um som com a ajuda do mestre. “É difícil. Tem que ser fera”.
A cultura hip hop reúne música dos DJ's e MC's, a dança dos ‘b-boys’ e ‘b-girls’, o grafite e também uma arte curiosa. Ou como definir o ‘low rider’, a transformação dos carros? Eles são rebaixados e andam, às vezes, com uma roda suspensa. .
“Agora é o momento de refletir sobre sexualidade, sobre assuntos sérios”, disse Márcio Santos, coordenador do evento. É a arte que nasceu nos guetos de Nova York e se espalhou pelo mundo. “O hip hop é o amor, alegria e posesia. Não tem cor, não tem raça não tem sexo”, contou Telmo Rodrigues Rocha, professor de dança.
III Encontro Nordestino de Hip Hop está acontecendo desde o dia 04 de setembro, na unidade Casa Brasil na capital do Piauí, Teresina, mais precisamente no Pontão de Cultura Digital Negro Ghoez Vive, que funciona no Centro de Referência do Hip Hop. A perspectiva da atividade é ampliar, organizar e fortalecer o movimento hip hop regionalmente.
III Encontro Nordestino de Hip Hop está acontecendo desde o dia 04 de setembro, na unidade Casa Brasil na capital do Piauí, Teresina, mais precisamente no Pontão de Cultura Digital Negro Ghoez Vive, que funciona no Centro de Referência do Hip Hop. A perspectiva da atividade é ampliar, organizar e fortalecer o movimento hip hop regionalmente.
Com a realização dos dois últimos encontros em Recife e João Pessoa criou-se uma realidade entre os estados do nordeste, que é a capacidade de discutir o futuro do movimento hip hop politizado e ativo socialmente em 2009. Teresina se propôs a ser o palco não só da cultura hip hop através dos seus elementos: Mc’s, DJ, Grafite e dança, mais sim ser o palco de um momento histórico que o movimento hip hop construirá juntando os nove estados do nordeste de forma democrática e construtiva, elevando as intervenção do movimento político com seu lugar de destaque na sociedade.
Visando principalmente a integração da juventude periférica do nordeste, preocupando - se também com a formação política dos mesmos e ter como base a ocorrência de Gt’s (grupos de trabalhos), palestras, plenárias, e eventos culturais (shows de rap, grafitagem, batalha de dança de rua,performances de DJs do cenário do nordeste).
O III encontro nordestino de hip hop acontece esse ano no Piauí como um prêmio ao crescente processo de organização do hip hop piauiense, que serve de referência para outros estados, pois será o momento mais importante do movimento hip hop no nordeste e um dos mais importantes para o Brasil.
O encontro conta com a presença de militantes do movimento Hip Hop, professores, comunicadores, representantes do poder público, arte-educadores, pesquisadores, universitários, produtores culturais, agentes do terceiro setor que tem afinidades com as questões do Hip Hop, no seu último dia estima -se ter tido um público direto de 450 e indireto de aproximadamente 5000 pessoas.
Neste ano de 2009 o Piauí sediará o III encontro nordestino de hip hop com a perspectiva de ampliar organizar e fortalecer o movimento hip hop regionalmente. Com a realização dos dois últimos encontros em Recife e João Pessoa criou-se uma realidade entre os estados do nordeste, que é a capacidade de discutir o futuro do movimento hip hop politizado e ativo socialmente em 2009. Teresina se propõe a ser o palco não só da cultura hip hop através dos seus elementos: Mc’s, DJ, Grafite e dança, mais sim ser o palco de um momento histórico que o movimento hip hop construirá juntando os nove estados do nordeste de forma democrática e construtiva, elevando as intervenção do movimento político com seu lugar de destaque na sociedade. Visando principalmente a integração da juventude periférica do nordeste preocupando- se também com a formação política dos mesmos e ter como base a ocorrência de Gt’s (grupos de trabalhos), palestras, plenárias, e eventos culturais(shows de rap, grafitagem, batalha de dança de rua,performances de DJs do cenário do nordeste).
JUSTIFICATIVA
Depois de tantas idas e vindas no processo organizacional da cultura hip hop no nordeste, e levando em conta que estamos em um processo de maioridade dessa cultura na região, nos faz refletir sobre o grande desafio que temos pela frente, que é lutar para organizar o movimento que mais elevou a estima das pessoas mais desfavorecidas deste país principalmente para os jovens negros e negras, vitimas do racismo encubado e covarde do Brasil. Da sua chegada ao Brasil até hoje percebemos que nesta terra o movimento hip hop tornou-se mais do que apenas uma expressão artística, aqui se tornou o maior fenômeno de mobilização das periferias e também o responsável pela maior formação política e cultural realizada de forma espontânea neste país, através dos seus elementos “MC, DJ, Grafite e a dança de rua.
Essa historia rica e cheia de luta nos coloca no momento decisivo, que é ampliar, fortalecer e dar continuidade ao processo organizacional do movimento hip hop na região, a partir do intercâmbio entre as várias organizações do nordeste brasileiro.
Não podemos negar a contribuição que o movimento hip hop deu a educação neste País despertando vários militantes e artistas dessa cultura a pratica da leitura, transformando Mcs em verdadeiros (as) poetas (tisas) grafiteiro(as) em grandes artistas plásticos(as) , criando mercados para os(as)DJs e os(as) reconhecendo como músicos, fortalecendo a dança de rua sem precisar da academia e principalmente apresentando uma nova forma de fazer política através dos(as) seus(suas) militantes, uma política de dentro pra fora, despertando dentro das comunidades o senso critico e a capacidade de mobilizar nosso povo mesmo que o quadro seja uma comunidade dominada pelo narcotráfico e pela falta de educação digna.
O III encontro nordestino de hip hop acontece esse ano no Piauí como um prêmio ao crescente processo de organização do hip hop piauiense, que se serve de referência para outros estados, pois será o momento mais importante do movimento hip hop no nordeste e um dos mais importantes para o Brasil.
OS OBJETIVOS do encontro são:
GERAIS- Fortalecimento político e cultural do movimento hip hop do nordeste através da Promoção de intercâmbios sociais, culturais e políticos do Movimento , legitimando nossas propostas em documento, que servirão de base para o encaminhamento das nossas ações no que se refere a busca de políticas públicas.
ESPECIFICOS
+ Fortalecer as experiências sociais desenvolvidas pelas organizações de Hip Hop;
+ Criação de uma rede de ações (comunitárias, mercado e comunicação entre outras) na região para o fortalecimento cultural do Hip Hop;
+ Dar continuidade à consolidação de um Fórum Regional de Hip Hop que possibilite uma unidade política do movimento;
+ Fortalecer as relações entre grupos organizados de Hip Hop e demais grupos e movimentos de atuação social.
+ Redigir documento a ser encaminhado aos poderes públicos e/ou privado para reivindicações de direitos e propostas.
1. PUBLICO-ALVO
O Encontro é dirigido a pessoas e militantes do movimento Hip Hop, professores, comunicadores, representantes do poder público, arte-educadores, pesquisadores, universitários, produtores culturais, agentes do terceiro setor que tenham afinidades com nossas questões, estimando assim um público direto de 450 e indireto de aproximadamente 5000 pessoas.
1. METODOLOGIA
O III Encontro Nordestino de Hip Hop será organizado em duas etapas que se integram: o momento político através dos Gds e Plenária Final e o momento de intercâmbio cultural,com exibições de produção audiovisual performances literárias e apresentações de grupos dos elementos: MC; Dança de Rua; DJ e Grafite.
1. GRUPOS DE DISCUSSÂO
EIXOS TEMATICOS
1-Discutindo e construindo um projeto político para o movimento hip hop do Nordeste .
2-Hip Hop e as drogas:Discutindo uma política de redução de danos numa pespectiva da cultura hip hop.
3-Hip hop, cultura ou movimento?
4-Um novo mercado e o hip hop.
5-Questões de gênero e a intervenção da mulher na cultura hip hop.
6-Raça etnia e ações afirmativas.
7-Hip hop como um instrumento de conquista de políticas públicas.
8 - O hip hop como ferramenta de educação.
9-redes de comunicação do hip hop no nordeste.
10-A discussão da politica de segurança pública na visão do mov. Hip hop.
GRUPOS DE DISCUSSÃO
Todos os grupos de discussão serão norteados pela perspectiva de que estamos reunidos para fortalecer, organizar e propor ações para o Hip Hop Nordestino, e que não devemos perder de vista nossa realidade regional.
Os grupos de discussão terão o objetivo de colaborar com a construção de um documento de reflexão e orientação política no que se refere às ações dos participantes, grupos e entidades presentes dos estados nordestinos (PE, PB, BA, SE, AL, PI, CE, MA e RN) no Movimento Hip Hop.
Cada Grupo de Discussão terá um mediador que contextualizará e incentivará as discussões referentes ao seu eixo temático, tentando não se desviar deste, e um relator sistematizará as reflexões em um texto que será apresentado durante a plenária final.
O III encontro nordestino acontecerá toda sua parte de gds do eixos temáticos no centro de referência da cultura hip hop no parque Piauí,e a parte artística de shows acontecerá da praça do parque Piauí que fica em frente ao csu do parque Piaui, no período de 4 a 7 de setembro de 2009
Os grupos do Projeto Produzindo Identidade participam do III Encontro Nordestino de Hip Hop nas apresentações artítiscas e na organização.
LEMA: AMPLIAÇAO,ORGANIZAÇÃO E FORTALECIMENTO
APRESENTAÇÃO
Neste ano de 2009 o Piauí sediará o III encontro nordestino de hip hop com a perspectiva de ampliar organizar e fortalecer o movimento hip hop regionalmente. Com a realização dos dois últimos encontros em Recife e João Pessoa criou-se uma realidade entre os estados do nordeste, que é a capacidade de discutir o futuro do movimento hip hop politizado e ativo socialmente em 2009. Teresina se propõe a ser o palco não só da cultura hip hop através dos seus elementos: Mc’s, DJ, Grafite e dança, mais sim ser o palco de um momento histórico que o movimento hip hop construirá juntando os nove estados do nordeste de forma democrática e construtiva, elevando as intervenção do movimento político com seu lugar de destaque na sociedade. Visando principalmente a integração da juventude periférica do nordeste preocupando-se também com a formação política dos mesmos e ter como base a ocorrência de Gt’s (grupos de trabalhos), palestras, plenárias, e eventos culturais(shows de rap, grafitagem, batalha de dança de rua,performances de DJs do cenário do nordeste).
JUSTIFICATIVA
Depois de tantas idas e vindas no processo organizacional da cultura hip hop no nordeste, e levando em conta que estamos em um processo de maioridade dessa cultura na região, nos faz refletir sobre o grande desafio que temos pela frente, que é lutar para organizar o movimento que mais elevou a estima das pessoas mais desfavorecidas deste país principalmente para os jovens negros e negras, vitimas do racismo encubado e covarde do Brasil. Da sua chegada ao Brasil até hoje percebemos que nesta terra o movimento hip hop tornou-se mais do que apenas uma expressão artística, aqui se tornou o maior fenômeno de mobilização das periferias e também o responsável pela maior formação política e cultural realizada de forma espontânea neste país, através dos seus elementos “MC, DJ, Grafite e a dança de rua.
Essa historia rica e cheia de luta nos coloca no momento decisivo, que é ampliar, fortalecer e dar continuidade ao processo organizacional do movimento hip hop na região, a partir do intercâmbio entre as várias organizações do nordeste brasileiro e
Não podemos negar a contribuição que o movimento hip hop deu a educação neste País despertando vários militantes e artistas dessa cultura a pratica da leitura, transformando Mcs em verdadeiros (as) poetas (tisas) grafiteiro(as) em grandes artistas plásticos(as), criando mercados para os(as)DJs e os(as) reconhecendo como músicos, fortalecendo a dança de rua sem precisar da academia e principalmente apresentando uma nova forma de fazer política através dos(as) seus(suas) militantes, uma política de dentro pra fora, despertando dentro das comunidades o senso critico e a capacidade de mobilizar nosso povo mesmo que o quadro seja uma comunidade dominada pelo narcotráfico e pela falta de educação digna.
O III encontro nordestino de hip hop acontece esse ano no Piauí como um prêmio ao crescente processo de organização do hip hop piauiense, que se serve de referência para outros estados, pois será o momento mais importante do movimento hip hop no nordeste e um dos mais importantes para o Brasil.
OS OBJETIVOS do enbcontro são:
GERAIS- Fortalecimento político e cultural do movimento hip hop do nordeste através da Promoção de intercâmbios sociais, culturais e políticos do Movimento , legitimando nossas propostas em documento, que servirão de base para o encaminhamento das nossas ações no que se refere a busca de políticas públicas.
ESPECIFICOS
*
o
+ Fortalecer as experiências sociais desenvolvidas pelas organizações de Hip Hop;
+ Criação de uma rede de ações (comunitárias, mercado e comunicação entre outras) na região para o fortalecimento cultural do Hip Hop;
+ Dar continuidade à consolidação de um Fórum Regional de Hip Hop que possibilite uma unidade política do movimento;
+ Fortalecer as relações entre grupos organizados de Hip Hop e demais grupos e movimentos de atuação social.
+ Redigir documento a ser encaminhado aos poderes públicos e/ou privado para reivindicações de direitos e propostas.
1. PUBLICO-ALVO
O Encontro é dirigido a pessoas e militantes do movimento Hip Hop, professores, comunicadores, representantes do poder público, arte-educadores, pesquisadores, universitários, produtores culturais, agentes do terceiro setor que tenham afinidades com nossas questões, estimando assim um público direto de 450 e indireto de aproximadamente 5000 pessoas.
1. METODOLOGIA
O III Encontro Nordestino de Hip Hop será organizado em duas etapas que se integram: o momento político através dos Gds e Plenária Final e o momento de intercâmbio cultural,com exibições de produção audiovisual performances literárias e apresentações de grupos dos elementos: MC; Dança de Rua; DJ e Grafite.
1. GRUPOS DE DISCUSSÂO
EIXOS TEMATICOS
1-Discutindo e construindo um projeto político para o movimento hip hop do Nordeste .
2-Hip Hop e as drogas:Discutindo uma política de redução de danos numa pespectiva da cultura hip hop.
3-Hip hop, cultura ou movimento?
4-Um novo mercado e o hip hop.
5-Questões de gênero e a intervenção da mulher na cultura hip hop.
6-Raça etnia e ações afirmativas.
7-Hip hop como um instrumento de conquista de políticas públicas.
8-O hip hop como ferramenta de educação.
9-redes de comunicação do hip hop no nordeste.
10-A discussão da politica de segurança pública na visão do mov. Hip hop.
GRUPOS DE DISCUSSÃO
Todos os grupos de discussão serão norteados pela perspectiva de que estamos reunidos para fortalecer, organizar e propor ações para o Hip Hop Nordestino, e que não devemos perder de vista nossa realidade regional.
Os grupos de discussão terão o objetivo de colaborar com a construção de um documento de reflexão e orientação política no que se refere às ações dos participantes, grupos e entidades presentes dos estados nordestinos (PE, PB, BA, SE, AL, PI, CE, MA e RN) no Movimento Hip Hop.
Cada Grupo de Discussão terá um mediador que contextualizará e incentivará as discussões referentes ao seu eixo temático, tentando não se desviar deste, e um relator sistematizará as reflexões em um texto que será apresentado durante a plenária final.
O III encontro nordestino acontecerá toda sua parte de gds do eixos temáticos no centro de referência da cultura hip hop no parque Piauí,e a parte artística de shows acontecerá da praça do parque Piauí que fica em frente ao csu do parque Piaui, no período de 4 a 7 de setembro
PROGRAMAÇÃO
HORÁRIO SEXTA-FEIRA
04/09
SÁBADO
05/09
DOMINGO
06/09
SEGUNDA- FEIRA
07/09
7:00 às 8:00 CAFÉ CAFÉ CAFÉ CAFÉ
8:00 às 11:30 CREDENCIA-MENTO ABERTURA ATÉ 10:30/10:30 ÀS 12:00 TROCA EXP. GD’S GD’S/ ENCONTRCDE GRAFFITI
11:30 às 13:30 ALMOÇO/ MANIFESTO CULTURAL RAP CREDENCIAMENTO ATÉ AS 12:00/ALMOÇO ALMOÇO/ MANIFESTO CULTUTAL
RAP
ALMOÇO/
MANIFES-TO CULTU-RAL RAP
13:30 às 17:30 CREDENCIA- MENTO ATÉ AS 18:00 TROCA DE EXP. ATÉ AS 14:OO/ APÓS INICIA OS GD’S GD’S PLENÁRIA/ENCON-TRO DE GRAFFITI
18:00 às 19:30 JANTAR JANTAR JANTAR JANTAR
19:30 às 0:00 SHOW/ABERTURA OFICIAL 30MIM SHOW DE RAP BATALHA DE B-BOY’S E B-GIRL’S SHOW E BATALHA DE MC’S/BATALHA DE BEAT BOX
contatos
gilnago@gmail.com
8825 8452
Laura.gigriola@gmail.com
8802 18 44
negrolamar@yahoo.com.br
8856 6393
lamartine silva departamento de comunicação do encontro nordestino
GERAIS:
- Fortalecimento político e cultural do movimento hip hop do nordeste através da Promoção de intercâmbios sociais, culturais e políticos do Movimento , legitimando nossas propostas em documento, que servirão de base para o encaminhamento das nossas ações no que se refere a busca de políticas públicas.
ESPECIFICOS:
- Fortalecer as experiências sociais desenvolvidas pelas organizações de Hip Hop;
- Criação de uma rede de ações (comunitárias, mercado e comunicação entre outras) na região para o fortalecimento cultural do Hip Hop;
- Dar continuidade à consolidação de um Fórum Regional de Hip Hop que possibilite uma unidade política do movimento;
- Fortalecer as relações entre grupos organizados de Hip Hop e demais grupos e movimentos de atuação social.
- Redigir documento a ser encaminhado aos poderes públicos e/ou privado para reivindicações de direitos e propostas.
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Quarta edição do Encontro das Ruas terá mostra de grafite, hip hop e as tradicionais batalhas de MCs
O Encontro das Ruas chega à quarta edição ainda maior. A partir das 13 horas de hoje e domingo, o ponto de encontro será o Colégio Estadual Germano Timm. A partir desta edição, ele abre espaço para novas linguagens e estilos, amplia a Mostra Graffiti, ganha uma comissão técnica composta por expoentes da cultura hip hop no País e no mundo e avança na organização das tradicionais batalhas de MCs FreeStyle, Popping, Locking e Hip Hop FreeStyle.
A Mostra de Graffiti, um dos pontos altos do Encontro das Ruas, ganha mais abrangência este ano com a presença de dez artistas convidados, de gêneros como grafite, estêncil, entre outros. São nomes reconhecidos na cultura urbana, como Toddy, Lídia Brancher, Kátia Suzue, V, Satao, Mateus Grimm, Tikka Meszaros, Viber, Zack e Val.
As batalhas de MCs FreeStyle, Popping, Locking e Hip Hop FreeStyle também estão cheias de inovações. A começar pela inclusão do estilo House Dance, marcado pela improvisação e por movimentos rápidos e
complexos dos pés, baseados
em uma série de movimentos criados e fundamentados na fluidez da dança social conhecida como Jacking.
Outra novidade é que a partir deste ano, poderão participar até 16 duplas nos estilos Popping e Locking, e a seleção será realizada pelos integrantes da comissão técnica e avaliadores convidados. Artistas internacionais da cena do hip hop mundial comporão a banca de jurados. Têm vaga garantida, sem precisar passar pela seleção, os primeiros lugares do 3º Encontro das Ruas 2008 em cada estilo, o campeão nacional da Liga dos MCs de 2008 e os vencedores nas rinhas dos MCs realizadas no Rio de Janeiro e em São Paulo.
O sistema de avaliação também muda. A partir desta edição, os jura- dos usarão cinco critérios técnica, fundamentos, musicalidade, ritmo e criatividade , com pesos diferentes, para avaliar os participantes das batalhas. Os participantes também poderão ter acesso a suas notas, recebendo um feedback que contribuirá para o aper- feiçoamento constante dos
grupos.
Três lendas do
hip hop mundial já confirmaram presença no encontro: Sugapop, Buddha Stretch e Ken Swift. Eles integram o júri do evento e ministram workshops para os participantes. Os três estão na origem do movimento e são ídolos de gerações que fazem da cultura urbana um estilo de vida.
Entrevista exclusiva com Helião - RZO infelizmente Acabou Muitas pessoas mandaram E-mail para saber se o RZO acabou ou não, foram muitas informações desencontradas mas nós do site Rap Nacional trocamos uma idéia diretamente com o Helião que nos respondeu algumas perguntas.
Rap Nacional: O RZO acabou ou vai continuar?
Helião: O RZO acabou né mano, acabou porque eu sou um dos donos do RZO da família RZO certo?, Porque o RZO no papel era eu, o Sandrão e o Cia, e ai, o que aconteceu, eu entrei em divergência com o Sandrão entendeu?
Não estou falando que ele estava errado ou eu tava certo,ou vise versa, não to falando disso , to falando que eu entrei em divergência com ele, e não concordava com algumas coisas e tal, e quando eu conheci
o Sandrão, o RZO já existia a 10 anos, eu já tinha tido 2 parceiros no RZO, entendeu, então nem assim eu não iria ficar a pampa carregando nome sem o cara estar, eu acho que seria uma propaganda enganosa, entendeu, porque independente de qualquer coisa ,do nossos problemas, o cara é o RZO também, né meu, então eu não tive outra escolha a não ser fazer outra parada, mas o Sandrão também ta fazendo um outro negocio, com uma outra rapaziada, inclusive com o Pena, que é um cara sangue bom aqui da quebrada, o Sandrão também sabe fazer os barato e vai fazer um bagulho legal, acho que isso ae não vai diminuir em nada o Rap Nacional , não, o Hip Hop, não, porque a gente deu nossas vidas para o Hip Hop e vamos dar a vida até o fim meu!
Rap Nacional: Nos fale sobre os projetos, esse novo trampo seu com a Negra Li..
Helião: Então mano, essa situação já vinha de muitos anos, eu já vinha ensaiando com uma banda , aqui da quebrada , os caras são outros, é rap mesmo o som, é um lance que ainda não tem no Brasil, que vai ser o Rap mesmo com instrumento, o Rap original com instrumento né. Então eu vou estar rimando, a Negra Li também vai estar cantando, na medida do possível vou estar envolvendo também o Negroutil e o NegoVando, Calado, o Rafa da Vergueiro, que é meu primo também, é a rapaziada e nois estamos tudo junto ainda e é isso ai né meu, a banda vai ter a formação de baixo, violão, bateria, guitarra e Negro Rico nos toca disco.Já estamos com a banda formada já, nois assinamos com a Universal Music, vamos começar a gravar agora já, vai produzir o disco o Davi Corpus, que é o produtor do Marcelo D2, que tava na França esses dias e vai vir pra produzir esse disco. Vai formar uma dupla com o Daniel Ganjaman, então eu já fiz outras musicas, não tem nada a ver com as musicas do RZO, são outras musicas, entendeu, a essência é a mesma, as letras são no mesmo estilo, a mesma levada, o mesmo esquema, as letras são minhas né meu, o RZO também era, 99% das letras eram minhas!
Num gesto de amizade o Helio nos adiantou algumas novidades que viram no novo cd, mas pediu sigilo por enquanto, o que podemos adiantar é que o novo grupo vai vir com força total, cheio de novidades inclusive de estilos musicais que vocês vão poder prestigiar em breve.
Nós do site rap Nacional desejamos que tudo de certo nos corres da Negra Li, Helião, Negroutil, NegoVando, Calado, Rafa da Vergueiro, DJ Negro Rico e quem os acompanha nessa nova caminhada !
Por: Mandrake
Para alguns o Hip Hop no Brasil é alvo de preconceitos, para outros é a salvação de inúmeros problemas sociais. Entre o bem e o mal, o certo é que ele vem ganhando espaço e também apresentando diversos resultados positivos.
Assumindo o compromisso de valorizar a cultura local e proporcionar o acesso de espaço à todos, a Secretaria de Cultura e Turismo através de sua Coordenação de Descentralização da Cultura está realizando neste sábado o 1º Encontro de Hip-Hop “Por que a união fortalece”.
A atividade que inicia às 14h será desenvolvida no Clube 24 de agosto. Na programação, apresentações de grupos locais e presença de representantes do movimento Hip-Hop de Pelotas e da CUFA (Central única das Favelas), entidade conhecida pelo engajamento social.
“ Essa ação é uma forma de mobilizar a juventude em torno de uma expressão cultural contemporânea, ou seja, a melhor forma de dialogar com a juventude, principalmente dos bairros, é através do hip-hop”, afirma a Diretora da Casa de Cultura ,Maria Fernanda Passos. Ela ainda ressalta que essa é uma linguagem atual, a forma que muitos jovens usam para se expressar ,e por isso tem de ser criados espaços onde eles tenham voz.
Gagui IDV e Anjo DB, presenças confirmadas no Encontro, são nomes conhecidos do Hip-Hop de Pelotas onde desenvolvem importantes trabalhos sociais.Eles irão conversar e trocar idéias com os jovens.
Atuando há 8 anos no hip-hop, o jaguarense Patrício Medeiros será um dos participantes da atividade. Segundo ele essa iniciativa da Secult é muito importante, já que em Jagurão o movimento hip-hop é praticamente invisível. “Para nós está sendo a abertura de um baita espaço, pois tem muita gente em nossa cidade que gosta e não conhece nosso trabalho”, diz Patrício que já fez parte de um grupo chamado Conexão Hip-Hop e hoje canta com sua esposa Lidiana.
Outro exemplo no município é o trabalho de alguns jovens do Projeto CASE. Durante a 4ª Conferência Municipal da Criança e do Adolescente na última sexta-feira (10) eles deram um verdadeiro show e emocionaram muitas pessoas.
A ideia da Secult é dar continuidade a estas ações de descentralização, por isso a equipe de trabalho vem se empenhando em organizar projetos que dialoguem com a valorização daqueles que não possuem tanto espaço. Assim como outros jovens, a expectativa de Patrício é positiva. “É através da música que colocamos para fora todos os nossos sentimentos, o que queremos dizer para as pessoas. Agora é torcer para que a iniciativa da Secult dê certo”, finaliza.
Texto: DECOM